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Estudante de jornalismo, apaixonado por Chicklit, música, seriados e devaneios.
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Recife Parte I

Na quinta-feira, 1, de tarde embarquei com alguns amigos para Recife. Foi uma semana ótima. Mesmo que o objetivo principal tenha sido o Intercom 2011, foi uma semana praticamente off.
Ainda no aeroporto de Salvador, na conexão que pegamos, encontramos Sabrina Sato e tiramos foto com ela. Certo que ela não é a celebridade nacional, mas não é todo dia que a gente encontra uma repórterinvestigativapolítica esperando vôo em Salvador, né? A viagem já começou legal daí.


Chegamos a Recife e nos separamos. Eu fui pra Olinda com uma amiga e a mãe dela. Dormi lá porque minha diária no Boa Viagem Praia Hotel começava no outro dia. O primo dela foi nos buscar no aeroporto e já fez um tour punk pela cidade. De dentro do carro eu já tinha conhecido boa parte de Recife. Eu achei bastante parecida com Maceió, sabia? A orla de Boa Viagem é bem parecida com a de Ponta Verde, por exemplo. Recife Antigo é bem parecido com Jaraguá também. Enfim, a cidade é bonita. Olinda é uma graça, mas eu imagino que deve ser mais punk no carnaval mesmo. : )

Lá na casa da família bastante receptiva da minha amiga, aproveitei logo pra roubar a internet e baixar um milhão de seriados. Não dormi direito porque coloquei meu celular pra despertar de hora em hora pra baixar mais temporadas dos meus seriados. Sou assim, viciado. : )

No outro dia fomos pro hotel. O Boa Viagem Praia Hotel não é o luxo absoluto, mas é absolutamente agradável e aconchegante. Eu recomendo. Dividi o triplo com mais duas amigas.
Depois de arrumar minhas coisas (ressaltando que eu fui o único, hem hem), fomos na feirinha de Boa Viagem dar uma olhada nas coisas e já encontramos um grupo lá da UFS que também estava lá pro congresso. Fomos todos ao supermercado fazer as comprinhas pra abastecer o frigobar e voltamos pro hotel. Ainda na sexta-feira, fomos pra Metrópole, uma boate fantástica que eu não lembro direito. Pois é, nessa parte do relato podem haver algumas falhas em virtude dos lapsos de memória.

Enquanto estávamos nos arrumando, eu já estava no segundo copo de vodka com gelo. Embora eu saiba o limite de parar, fiquei bêbado ainda no hotel. Fomos pra boate de três andares irados. A música tava ótima e nós já chegamos lá dançando. Era o melhor pro álcool sair do corpo mais rápido através do suor. Enquanto ainda conhecendo a boate, fomos pro último andar. As meninas sentaram um pouco lá e eu desci pra dançar de novo. Lá, bêbado, eu fiquei com algumas pessoas. A última delas estava com algum tipo de comprimido na boca e passou pra mim pelo beijo. Meio difícil de acreditar, eu sei. Nem eu acreditei, na verdade: achei que era um dos brackets do meu aparelho. Enfim. Fui ao banheiro olhar se tava faltando algum e já estava vendo tudo turvo. Acabava ali minha noite consciente.

Subi pra encontrar as meninas já bem bizarro. Sentei num lugar mais afastado e vomitei minha vida. Sério mesmo. Parecia que eu tava vomitando tudo o que tinha bebido e comido por uma semana. Depois de mais ou menos meia hora de vômito constante, achei que tava melhor e levantei. E caí. Caí em cima do vômito mesmo. As meninas vieram me ajudar e me deram água, mas eu mal conseguia abrir os olhos. Chamaram o segurança pra me ajudar a descer os andares da boate e me levaram pra Unimed. Nesse meio termo, um dos taxistas nem quis me levar, acho que com medo que eu vomitasse o carro dele. Anyway.

Na Unimed, graças a Deus, me atenderam sem a carteirinha. E foi Deus mesmo porque a Unimed é bizarra pra essas coisas. Passei o resto da madrugada tomando glicose. Punk. Já acordei meio dia, no hotel. As meninas ficaram putas comigo, com toda a razão do mundo. Isso inclusive gerou um clima bastante chato com uma delas até praticamente o último dia da viagem. Mas é assim, vivendo e aprendendo.

No sábado ainda acordei baqueado, mas fui pro congresso. Participei de uma oficina irada, depois fui conversar com umas das meninas que tava comigo no dia anterior. Pedir desculpa pelo inconveniente absoluto e agradecer por ter cuidado de mim. Mas acabou em briga. Nós discutimos e eu fui embora puto, afinal, embora eu tenha bebido e isso tenha sido irresponsabilidade minha, não cheguei na boate atrás de drogas. Até porque eu nem curto. Quando eu tava procurando um táxi encontrei outro pessoal lá da Universidade e fui jantar com eles. Com o passar das horas o clima foi ficando menos bizarro e deu até pra aproveitar. Voltamos de ônibus e surgiram até alguns bordões que marcaram a viagem. Foi resenha mesmo voltar de ônibus com a galera. Preferi ficar no hotel de noite, tomando vinho e jogando conversa fora com minha amiga.

Próxima postagem eu escrevo a outra parte da semana lá em Recife. :)

♫ What you want - Evanescence

- 20:33h

Lohan;

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Tributo à Amy Winehouse

Quando vi “Black Amy” se apresentando no Coverama 2009 já fiquei extasiado. Joice Gonçalves, vocalista da banda, tem a voz linda e muito parecida com a da Amy. Porque, a meu ver, o grande diferencial da Amy não era somente a voz, mas também o fato de uma mulher branca ser dona de uma voz tão black. Pra mim foi isso que realmente chamou atenção dos produtores musicais e posteriormente da mídia. E, claro, com o passar do tempo nem era mais a voz arrebatadora da Amy que a colocava nas manchetes, era seu estilo de vida. Joice Gonçalves tem uma voz maravilhosa e a apresentação dela é praticamente o “I told you I was trouble: Live in London”.

Nesse último sábado 20, o Suburbia foi palco do Tributo à Amy Winehouse que teve como atração principal a banda cover “Black Amy”. O show foi maravilhoso e, sinceramente, se todo fim de semana a banda se apresentasse, todo fim de semana eu estaria lá.

Cheguei ao Suburbia por volta da 22:30h porque até ás 23h mulher entrava de graça, então minha amigas enlouqueceram e me obrigaram a chegar lá antes do horário. Tudo bem, foi ótimo. :) Quando chegamos lá ainda estava tocando qualquer DVD no telão. Por volta de meia noite e meia, a banda “Inversão” subiu ao palco e cantou umas músicas do pop rock nacional e internacional. Eu nem gosto muito, mas a banda ganhou meu respeito quando tocou “Wicked game”, do Chris Isaak. Eu sou apaixonado por essa música na versão do H.I.M., então eles me conquistaram. Curti o show inteiro, mas eu tava mesmo ansioso pra Amy.

Duas da manhã “Black Amy” já estava tocando e eu já estava absolutamente louco, cantando mais alto que a própria vocalista. Sim, eu gritava, e cantava, e pulava... E não era o único. Joice era Amy Winehouse no palco, com vodka no chão - ao lado do microfone -, com roupa e penteado iguais aos da cantora. Não sei a sequência das músicas, mas ela cantou praticamente o “Back to Black” e o “Frank” inteiros. E houve umas muitas saideiras porque, duas horas de show depois, a vocalista, assim com Amy, já estava bêbada, e só queria cantar mais e mais. Até o marido dela, tecladista da banda, tomar o microfone dela e a tirar do palco, sob protestos dela e dos fãs. Absolutamente Amy Winehouse.



Eu me diverti bastante na madrugada do sábado e pude relembrar a Amy de forma mais intensa ouvindo ao vivo uma voz e performance tão parecidas com as dela. Espero poder ir a mais alguns shows da “Black Amy” porque está absolutamente aprovada.




Um pedacinho da apresentação da "Black Amy" no Coverama 2009.



♫ Valerie - Amy Winehouse

-22:37h

Lohan;

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Esse último fim de semana

Esse fim de semana foi punk. Fiz coisas que pensei que não faria e vivi um papel distante de minha realidade.

Entre muito álcool e atitudes decorrentes do mesmo, expus coisas que ainda não estavam na hora de serem expostas. Ou melhor, era hora, eu que não estava na condição exata para expô-las. Mas, tudo bem.

O que importa mesmo é que eu me diverti bastante nesse fim de semana passado e, se eu pudesse, todos os próximos seriam parecidos com este. Tendo em vista todo o estresse da segunda quinzena de julho para cá, posso dizer que extravasei.

Fui a Maceió na sexta-feira, já exausto. Saí do Banco às 15h, arrumei minha mala num intervalo de tempo de 2h e peguei o Gold de 17:30h. Meia noite eu já estava no Barroco, um barzinho ótimo ali ao lado da FAL - Jaraguá. Fui mesmo porque minha querida Anália estava se apresentando pela primeira vez em show aberto, se não me engano. Não estou nessa fase crowded places, mas valeu à pena ter ido prestigiá-la. Alta madrugada já se ia quando deitei no meu quarto lá na casa da vovó, um pouco tonto por causa das cervejas.

No sábado de tarde fui visitar Tia Nádia, grande amiga e companheira de ideias. Atualizamos um ao outro com os milhões de assuntos que os meses sem contato guardaram. Foi ótimo. Sentia falta disso. Quando saí da casa da Tia Nádia, fui pra casa de minha amiga Ckel; nós tínhamos marcados, junto com a Lara, uma noite de vodka e conversas muitas. A noite foi fantástica. No entanto, foi exatamente aí que começou. Após meia garrafa de Skyy com gelo, digamos que eu já não estava mais respondendo por mim. Ou melhor, estava respondendo por mim até demais. Sabe o “In Vino Veritas”? Só que foi com Vodka. As loucuras milhões dessa madrugada, só posso contar pro mais íntimos.

Com duas horas de sono, acordei cedo no domingo, ainda um pouco bêbado, pra me arrumar pro aniversário de 80 anos do vovô plus dia dos pais. Somando os coquetéis, cervejas e champagnes da tarde, foram mais de 40 copos/taças. Não fiquei bêbado, só fiquei mais confiante pro speech que eu tinha que fazer. Como único neto estudante de Comunicação, fui eu o escolhido pra escrever e ler uma homenagem pro vovô na frente de todos os convidados. Sou um pouco tímido pra essas coisas. Mas escrevi, li e fui aplaudido. Graças a minha boa dicção e ao álcool, imagino.

Foi bom rever a família, embora a presença da esposa do meu pai tenha me tirado do sério algumas vezes... Mas, esse é um outro assunto pra um outro momento. O que importa é que depois eu fui pra casa da minha Tia Fátima e, se não foi o ápice da diversão, chegou quase. Tia Fátima, sem dúvida, é a Tia mais engraçada que tenho. Conversamos a noite inteira e eu tomei mais meia garrafa de vodka com gelo. O álcool não me deu coragem pra nada nessa noite. Na verdade, ele me fez parecer um bocado desesperado pra entrar em contato com quem eu precisava conversar algumas coisas que há alguns anos eu precisava ter conversado. Ainda assim, não fiz nenhuma besteira dantesca. Besteirinhas não contam.

Voltei tarde pra casa da vovó. Foi o tempo de arrumar minha mala e dormir mais duas horas pra pegar o ônibus de volta a Aracaju.

Infelizmente não fiz tudo o que gostaria de ter feito, mas encontrar meus melhores amigos e minha família trouxe uma felicidade que há um tempo não sentia. Porque eu não tenho como estar completo se as pessoas que amo estão espalhadas pelo Brasil, não é?

Espero poder voltar lá em breve para um próximo fim de semana, já que não posso mais passar meses como antigamente.

♫ 306 - Emilie Autumn

- 21:444h

Lohan;