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Estudante de jornalismo, apaixonado por Chicklit, música, seriados e devaneios.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Saiba os limites


Velho, é o seguinte: todo mundo sabe que decepção é tão comum quanto o pão de cada dia. Sério, não há esse que nunca se decepcionou na vida. Às vezes a gente se decepciona tanto que já espera a próxima; pensa no pior porque o que vier de bom é lucro. Eu não sou tão ingênuo a ponto de achar que fulano ou beltrano não vai me decepcionar, no entanto, quando a facada vem de alguém realmente improvável, as coisas mudam e tudo vira uma confusão escrota na cabeça.

Veja só, eu sou uma pessoa boa, mas também sou ruim. Acho que todo ser humano é assim, mas nem todos admitem. Eu não só admito como faço questão de exaltar tal característica boa, tal característica ruim. Minha vida não é uma bíblia, mas é um livro bastante aberto. Eu não sou muito reservado. Se você parar uma hora pra conversar comigo determinado assunto, provavelmente vai ouvir tudo o que eu acho sobre ele. Exemplificando: se você vier falar comigo sobre relacionamentos amorosos, vai ouvir toda a minha história. Não ligo muito pra isso, falo mesmo.

Bom, tendo dito isso, digo que não faço muito caso de quem fala mal de mim, até porque, sempre rola. O problema é alguém que você realmente confia falar mal de você. Deixa eu tentar ser mais claro: uma pessoa que eu confio, supostamente não deve falar mal de mim. Certo? Beleza. Mas, uma pessoa que eu confio que fala mal de mim deve, no mínimo, falar das minhas coisas que realmente são ruins. Quer falar que eu sou metido a merda? Fale. Que sou arrogante, pernóstico, patologicamente ciumento? Fale. Fale e conte histórias. Até porque não me faltam defeitos e histórias sobre eles. Mas, velho, não invente nada, não. NÃO invente nada.

Outra coisa, se você acha que eu fiz alguma coisa, pergunte. Pergunte mesmo, de boa, porque eu não sou do tipo que nega. Se eu tiver feito, brother, eu vou falar. Outra coisa, há um limite MUITO estabelecido em minha vida: NUNCA, mas eu estou falando NUNCA MESMO, fale de minha mãe. Você pode achar o que quiser dela, mas não verbalize isso de forma que eu possa vir a tomar conhecimento. Porque, sinceramente, aí as coisas enegrecem. Eu não ligo se você falar de mim. Posso ficar puto, posso até brigar – o que é muito difícil -, mas passa. Só que se você ousar dizer que minha mãe é, sei lá, feia... Acabou. Você me perde. E perde categoricamente. Eu posso ser seu melhor amigo, seu namorado, seu primo, seu cunhado. Eu posso ser o caralho que for, falou da minha mãe, acabou. Eu sou do tipo que mata, crema e joga as cinzas no esgoto.

Portanto, eu vou deixar aqui de aviso: se você me conhece e me quer como amigo, saiba os limites.


♫ Nein - Otep

- 01:51h

Lohan;

sábado, 10 de dezembro de 2011

Do I need this? Will it happen all over again?

The problem is I'm just scared to death to face what I'm going to feel after it. I mean, what is the point? Do I really need to risk years of hard work? Will it be for the best? There are too many questions and I have no clue how to figure answers out. Man, I'm so fucked up.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Essas músicas que marcam

Uma coisa que marca demais minhas relações é a música. Pra cada relação que eu tenho, sempre há uma música específica que se torna a trilha sonora. E é qualquer relação mesmo.

Meu último relacionamento amoroso durou 1 ano e 3 meses. Pra falar a verdade, eu nunca achei que fosse chegar a tanto tempo, tendo em vista o tipo de relação que tínhamos. Uma música que marcou muito esse namoro foi “World in Flames”, da fantástica In This Moment, uma banda estadunidense de metalcore conhecida principalmente pela voz indescritível da vocalista Maria Brink, que alterna entre gritos e o canto limpo.

Sempre que um relacionamento acaba, seja ele de amizade, de amor ou de qualquer coisa, eu demoro muito pra escutar outra vez a música que marcou. Talvez para não reviver sentimentos ruins, talvez para não acordar outros piores. No entanto, uma hora eu tenho que escutar.

Esses dias passados, escutei “World in Flames” achando que de repente aconteceria alguma coisa. Veja bem, o namoro não terminou em tragédia, nem nada. Terminou porque tinha de terminar. Os problemas já haviam tomado proporções enormes e ambos os lados estavam saturados. O lance foi o pós-término. Aconteceu algo que me deixou com muito, muito ódio. Os sentimentos ruins começaram aí. Eles não demoraram a se dissipar, mas, ainda assim, eu tive medo de que quando eu escutasse a música do In This Moment aquele ódio (ou parte dele) voltasse.

Tirei a prova. Não voltou. Na verdade, eu senti absolutamente nada. O que reduz tudo aquilo a um mínimo bastante agradável. E o que prova pra mim mais uma vez que tudo passa e as coisas se tornam realmente insignificantes.

♫ The Only One - Evanescence

- 23:57h

Lohan;

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Tatuagem: arte viva

A tatuagem é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Embora ainda envolto por bastante preconceito, esse desenho permanente feito na pele é uma forma de arte viva. E não é recente: há diversas provas de que a prática de tatuar começou séculos antes de Cristo, no Egito.

Como quase tudo que fugia aos padrões sociais, a tatuagem também foi banida e marginalizada, sem surpresa, pela Igreja Católica. E já que a Igreja considerava tudo o que não lhe fosse conveniente um pecado, essa forma de arte passou a ser considera demoníaca.

Atualmente esse preconceito todo tem diminuído, bem como o de tantos outros temas que a Igreja Católica impôs como errado, pecaminoso, demoníaco. Hoje em dia as tatuagens já são consideradas normais por uma quantidade enorme da população. Não tenho números exatos, mas li uma reportagem que apontava números altos.

Seja para se sentir rebelde, sexy, confiante ou eternizar algo de significado no corpo, as tatuagens estão aí quebrando essa aura de tabus, se tornando rotina na vida das pessoas. Eu tenho cinco: um heartagram, uma rosa, uma frase, um diamante e uma pimenta. Todas elas tem seus significados e em determinadas épocas foram essenciais.

A primeira tatuagem que fiz foi o Heartagram; sem dúvida, minha paixão. O símbolo foi criado por Ville Valo, vocalista de uma das minhas bandas favoritas, H.I.M. (His Infernal Majesty). O Heartagram é a mistura de um coração com um pentagrama invertido. E não, não é nada satânico ou de religião ocultista, como muitos pensam. Representa apenas o equilíbrio entre os extremos; a vida e a morte, o amor e o ódio, que, além de ser tema da maioria das músicas incríveis do HIM, define muito minha personalidade. Eu amo essa tatuagem e tenho certeza que amarei sempre.

Minha segunda tatuagem não foi nenhuma das descritas. Na verdade, foi um “A”. Sim, eu também caí na burrada de tatuar a letra de uma pessoa outrora importante. O problema é que relacionamentos tendem a acabar. Acabou também a tatuagem. Assim que o namoro terminou, eu senti vontade de raspar minha pele com qualquer objeto cortante. Preferia uma cicatriz àquela tatuagem. Graças a Deus decidi apenas cobri-la. Coloquei uma rosa no lugar. Embora não tenha sido um desenho que eu sempre tive vontade de tatuar, representa bem a situação. É uma rosa fétida e traduz tudo o que restou daquele relacionamento e de alguns outros que tive depois. Essa tatuagem representa amores frustrados e, acredite, está presente em minha vida.

A terceira e a quarta, eu fiz de vez. Certo dia eu estava conversando com uma amiga bastante próxima sobre tatuagens, e quais seriam as próximas, e quando faríamos e essas coisas... E eu disse que queria tatuar um diamante. Ela disse que queria tatuar uma pimenta. Eu me apaixonei pela pimenta. Ela se apaixonou pelo diamante. Ambos tatuamos os dois desenhos. Tenho o diamante no ombro e ele também me define muito. Nada muito complexo. Eu sou um diamante, pronto. A pimenta... Bom... Você sabe.

Minha quinta – e não última – tatuagem, eu fiz antes de ontem. Já queria fazer há algum tempo, mas situações me impediram. Tatuei a frase “Some like it cold”, nome da minha música preferida de outra de minhas bandas favoritas, Xandria. É, pode ser traduzido de diversas formas, até porque esse “it” pode se referir a uma imensidão de coisas. Pra mim, tem até mais de um significado, mas há um em especial que faz parte da minha essência.


Todas as minhas tatuagens são em locais estratégicos, por assim dizer. Se eu estiver completamente vestido, não há como ver nenhuma delas. Eu nem queria assim, sabe? Mas, infelizmente, a sociedade ainda não compartilha da minha opinião, então, como eu pretendo crescer profissionalmente, tenho que mantê-las escondidas. E é somente por isso, viu? Senão, certeza que eu teria mais umas 40 tatuagens espalhadas pelo corpo inteiro.

I Just Love Tattoos.

♫ Some Like it Cold - Xandria

- 16:45h

Lohan;

segunda-feira, 4 de julho de 2011

When have I come so undone?


I used to think I was a slave to the dark and, despite everything I’ve done before, It wouldn't've helped if you’d waited for me. I know I'm not a saint, everyone can see it, but every single day those dark thoughts come again; the dawn is when it starts. It’s like a shadow of my own oblivion and I can’t see mercy’s face.
I’m frozen in time, yearning forbidden wishes. I’m so damned with all those scars of my broken kisses. Completely weary deep inside. It seems like tomorrow is blind and all I can wait for is an eternal night.
It’s been a long time since the wind took me away from you, but now my sins are fading into view, no matter the next morning light. Although I’m alone right now, I hope someday, on the road to your own perdition, I may see you again in the same coal-blackened rain I was yesterday.
I know you can see me right here and I know you’re glad to see I'm dying in every single dawn. But it’s ok, just take my longings and believe them all. Light a forever-burning candle if you do it because you’ve always known I breathe love.
Right now the magic seems so far... I don't wanna be here, but there are things I’ve got to know while my blood is running. I need to leave this unforgiven place, be healed by the sun.
Think of me and light a way for me to walk on from the ashes to the sky, burn all the thorns in the roses I have, so that I can think about hold on them again. Trust me, I know I'm right even I’ve gone too far.
Leave everything where you are.

- 5:13

Lohan;

terça-feira, 28 de junho de 2011

Para amar não há condições, há barreiras.

Ninguém pode controlar o amor.
A gente gosta de alguém por causa de coisas inexplicáveis que a pessoa tem e a gente vê; porém, somadas a essas coisas, há outras condições que não nos servem, que não apreciamos - e mesmo que odiamos. E nem sempre vemos essas condições. Ou tentamos ignorá-las, uma vez na busca desenfreada por amar, ouvir sinos tocando, ter estrelas nos olhos e um corpo nas mãos.
Difícil mesmo é conseguir separar umas condições das outras e saber se o tipo de "amor" que o outro oferece é o que nos serve. Porque sim, há qualidades de "amor" e, por mais lindo que este seja, é melhor que se abra mão dele antes que o mesmo se transforme numa cadeia emocional seríssima de onde não sairemos senão cheios das marcas das torturas físicas e emocionais.
Something like... O outro está disposto a te dar amor, mas o tipo do amor que ele vai te dar é o que serve pra você?
Saber disso é uma necessidade primordial. O desespero de ser sozinho, de estar socialmente "sem par" faz com que as pessoas se lancem em amores que não tem a menor chance de dar certo e todas as chances de dar bastante errado.
O outro não pode se transformar por que você quer, nem pela ação da sua vontade; ele simplesmente é o que é, just like you. A atitude de tentar modificar sua personalidade para agradar o outro também costuma resultar em desastres de proporções inimagináveis, verdadeiros hectatombes emocionais. Um dia tudo que ficou represado arrebenta em avalanches de arrependimento, em enchentes de culpa, terremotos de ira, tsunamis de lágrimas. E não adianta mais nada se já for tarde demais para que a sua vida volte, sem crateras descomunais, ao seu próprio rumo.
Os opostos se atraem, mas só os iguais conseguem coexistir pacificamente SE fizerem pequenas e leves concessões, capazes de ajustar, mas não modificar a rota pessoal, que como o próprio nome afirma, é individual, única e traçada apenas pela pessoa.
E quando acaba... Quando um desses “amores” acaba é uma coisa terrível, fétido como as rosas que, tendo sido perfumadas no momento em que nos são presenteadas, após algum tempo, caso não tenhamos o bom senso de jogar fora, passam a empestear todo o ambiente. A gente ama e constrói os mais belos castelos, aí o amor acaba e você tem que recolher todas as suas peças, uma por uma, em geral na maior solidão.
Por que tem que ser assim? A gente poderia se entregar menos, não confiar inteiramente, já que em geral o amor se acaba primeiro de um lado e, havendo raízes no outro, causa danos irreparáveis.
Sejamos objetivos, então:
Não é pra entregar o coração todo. Não é pra mergulhar de cabeça no mar de prazer, não é pra descobrir que um beijo num lugar determinado da nuca provoca um arrepio sensual, não é para deixar que a língua passeie lentamente sobre a pele, não é para ouvir a mesma música mil vezes e todas as vezes sentir uma alegria irresponsável, não é pra deitar no peito e ouvir o coração bater como se fosse música, não é pra mergulhar tão fundo nos lábios do outro até não se saber mais onde está, não é pra dizer "sempre", "pra sempre", "eternamente", não é pra dizer "sou seu" ou "sou sua". Não é, não é, não é!
No entanto, segurança é coisa que nenhum amor promove, que nenhuma paixão contém. Se for seguro, já não é amor. Proponho que os mistérios íntimos e pessoais não sejam revelados por razões diferentes de segurança, seria mais por pudor, na verdade; mas o amor é físico, a paixão é humana. E se a gente não viver, pelo menos uma vez, uma paixão, um amor, tanto carnal quanto passional, não pode dizer que viveu, não é? É como passar a vida vegetando entre as coisas seguras e inócuas. Não tem lembranças, não tem base emocional, não tem nada.

PS. Pelo amor de Deus, não vem ninguém dizendo "ah, o amor é outra coisa, e é lindo e bla bla bla" stuff.


♫ Try Again - Aaliyah

- 22:21

Lohan;

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Desejos mórbidos de um coração sombrio


Ele tinha o desejo da noite persistindo em sua mente, não queria mais nada que não abandonar a tudo e a todos e entregar-se por completo à solidão que mesmo sem sentir, queria que fosse sua amiga, sua amante. Ele havia se tornado em escravo de suas próprias vontades doentias e nada, definitivamente nada, o acordava para a vida; desejava apenas cair e cair. Rogava às estrelas foscas que o levasse para longe de tudo, queria de forma desesperada ser esquecido. Nada mais o motivava; nem os corações que ele havia quebrado, nem os corações que ele quebrava e nem mesmo todos os que ele poderia quebrar.
Congelado no tempo, ele tinha forças para abandonar a mortalha de dor e sofrimento, contudo, não queria isto de verdade; ele não era bom e sabia disso. A sombra da esperança esquecida se dissipava a cada gota de chuva negra e fria que molhava seu corpo cheio de cicatrizes. Ele precisava ser esquecido para habitar, solitário, a rua da perdição tosca que se fazia tão atraente por fazer seus tantos pecados sumirem. Precisava da eternidade da noite e não queria de maneira alguma o sol. Ele odiava a luz e não queria acordar para um outro dia; ele não queria que o esperassem.
Onde estavam os beijos que guardavam vivacidade e calor? Ele não podia responder. Não havia como responder se nem o vento, dono de toda a sabedoria, sabia a resposta. Acaba a misericórdia, acabava a felicidade, acabava a esperança. A partir daquele momento começavam os desejos perdidos, os sentimentos cegos, a tristeza fúnebre. Tudo havia retornado com força máxima, expulsando o amor; aquele sentimento repugnante que o havia transformado, por hora, num ser medíocre e pequeno, cheio de bobagens e pormenores. Tudo havia retornado e retomado seus devidos lugares.
Era ele e somente ele, tão divino e tão amaldiçoado, espreitando e sugando tudo o que podia preencher seu interior gélido de concreto. Não adiantava, era ele junto a todos os espíritos negros que pesavam notoriamente em suas costas.
Ele sabia, ele queria.


♫ Anima Exhalare - Eths

- 12:40h

Lohan;

domingo, 12 de junho de 2011

The great "big" love

I don’t know if what I heard yesterday is true, but I’m gonna write as if it is.
I think everyone has a great “big”* love in life. I mean, you can date, you can love and even be in love with someone, but there’s one person who touches you so deeply that whoever crosses your life after it, is just another one (and of course that person can be loved, but just when you’re together).
Eventually, a relationship ends up and when you're alone (or not) that great and old love walks through your mind. I guess everyone knows what I'm talking about. And if you don’t know, you probably will.
Today I met a mutual friend and she told me you’re with your ex. I don’t know if it's true, but I don’t think she has any reasons to lie. It might be that kind of specific information for a specific recipient; in this case, me. Who the fuck knows? What I do know is that: if it’s true, I admire you. Honestly. I'm sure you have the balls. I mean, coming back to him after all he did to you? Because, according to yourself, hell was better than what you lived while you guys were dating. And I always thought he had been your greatest “big” love, actually. Not only for the things you - intentionally or not – said to me, but for your attitudes while WE were dating.
We loved each other. These past sentences always come in the present, you know? And right now, we know that our love is gone just like the memories, which are going either. I don’t want to keep them, the memories. Unfortunately, most of them are bad. We had our good moments, but the bad ones overlapped them at all.
I'm not mad at you, and frankly, I wish you all the best. Since things remain that way, I want you to be truly happy.
A great “big” love stays within us for an entire life (or more than one). And unfortunately, it’s rare when you are the beloved one of your greatest love. Most of time, he’s the one who broke your heart in countless pieces. After the rage of having your heart broken, comes peace; all that remains are the good memories of a time when you were happy.
Today I remember the moments I had with my great "big" love with a couple of sad smiles which are attached to my persona. I don’t need to be with him to be happy. But I admire you for doing it.
You know, before I open this notebook to write down, my hands were shaking ... I was shivering. You know, when words are popping into my brain, it sends them to my fingers and everything just needs to be written. But it took me a long time to do it, so, all I had to write, in some way, just vanished. Now it’s just a simple and clean letter. Because right now, I feel simple and clean.


* "Big" love is an alusion for Carrie Bradshaw's "Big" - love.


♫ Sleepwalking Past Hope - H.I.M.

- 16:52

Lohan;

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Borboletas Pretas

- Sou eu!
- Mas já se passou tanto tempo! Nem sabia se você estava vivo!
- Eu estava longe, esperando o momento certo de aparecer.
- Mas por onde você andou?
- Por aí...
- Você não acha que mereço explicações?
- Ah, minha querida... Aquela chuva de pedra ainda cai constantemente em mim...
- Não entendo.
- Feche seus olhos.
- ...
- Você me sente?
- ...
- Sente minha presença?
- Não... Não consigo sentir.
- Foi isso o que aconteceu.
- Preciso de você aqui...
- Precisa?
- Sim!
- Como eu precisei de você miseravelmente?
- Não consigo respirar...
- Diga que me ama!
- Não consigo respirar!
- Eu vou estar por perto para te guiar como uma vela na escuridão, oscilando com o vento de amores frustrados. Consegue respirar?
- Sim, consigo.
- Melhor assim.
- Não é possível! Eu te procurei por tanto tempo!
- Junto de outros?
- ...
- Eu precisei de você desesperadamente enquanto a adaga vacilava em minha mão, mas você estava em outros braços...
- Eu não quis te machucar de verdade!
- Eu sei, querida, você apenas violou sua alma, apenas foi muito covarde para enxergar além da máscara.
- Não quero ouvir disso.
- Eu sei que você rezou! Eu sei que você soube do que aconteceu comigo depois que acabou.
- Não posso escutar disso.
- Sei que até hoje reza por meu perdão, mas quer que eu continue morrendo a cada amanhecer.
- Você ainda me quer para sempre.
- Você me ouve quando vai dormir?
- Você ainda me quer para sempre?
- Você me ouve quando vai dormir.
- Saia! Você não existe!
- Não se culpe, querida!
- Você não vê que me arrependo?
- Não se culpe.
- Tire a roupa! Quero ver as cicatrizes!
- Elas não existem mais... Abrace-me.
- Os paraísos estão caindo ao meu redor.
- Você queimou seus paraísos, Christine!
- Não sei o que fazer...
- Não faça! Apenas me abrace.
- Não se aproxime.
- Está vendo a borboleta? Ela é preta.
- Onde estou?
- Você está comigo.
- Mas aonde?
- Comigo!
- Onde está o Matheus?
- Matheus?
- Sim, o Matheus!
- Cale-se!
- Por que? Onde ele está?
- Olhe a borboleta! Ela não é linda?
- Bernard, onde está o Matheus?
- Não está vendo?
- Aonde?
- Eu sou o príncipe aqui, Christine.
- Matheus? Essa borboleta... NÃO!
- Veja como ela está parada, presa em sua beleza, na palma de minha mão.
- NÃO! Ela está em chamas! Como você fez isso? Matheus...
- Não há mais Matheus!
- Está vendo as outras borboletas? Cada uma delas é alguém especial para você. E todas elas estão em chamas agora. NÂO EXISTE MAIS NINGUÉM PRA VOCÊ!
- Isso não está acontecendo... Pare, Bernard!
- Diga que me ama!
- Mas eu não te amo mais! Você sabe...
- E por que rezou por mim todo esse tempo... ?
- Porque...
- Devolva minha inocência, Christine! Ou quebro seus ossos!
- Bernard, não sei do que fala!
- Dance comigo.
- Com um sorriso eu te vi partir, você não deveria saber que eu chorei.
- Dance comigo.
- Por que você está me olhando assim?
- Dance comigo!
- Pare, Bernard! Não se aproxime mais que isso!
- Estou sentindo cheiro de medo?
- Não tenho mais nada pra sentir por você!
- Não tente correr!
- Não posso respirar...
- Dance comigo!
- Não posso... res..pi...
- Levante.
- Não consi...
- Foi você quem escolheu. Eu vou te guiar como uma vela na escuridão, oscilando com o vento dos amores frustrados. Você foi, mas agora é tarde.


♫ Falling Again - Lacuna Coil

- 19:58h

Lohan;

domingo, 22 de maio de 2011

The Voice Record

You know? I used to sleep listening to "Enchant" by my dearest Emilie Autumn everyday, but now that I've found this fucking awesome voice record of one of the most magic, beautiful and unforgetable moments of my whole life, I find myselg replacing Emilie. I'm sure listening to your beautiful lovely voice while I'm waiting to fall asleep makes it so much better now. It makes me feel like you've never gone away. It makes me feel like you're here, holding me, like you used to do. It's like you're whispering again those right things in my ear like you used to do. I mean, this voice record is the best gift I could receive this year. Listening to our kisses noises and laughs, although weird, makes me feel so fucking alive.

I don't know what is happening to me right now, but all I need is this fucking voice record.

You're not going anywhere now. You're gonna be here, with me.

Sorry for my wrong english. I'm too numb to think straight.


♫ The Voice Record

- 5:52h

Lohan;

sábado, 21 de maio de 2011

Insegurança

Insegurança: (nome feminino)
1. Falta de segurança
2. Situação em que alguém se sente ameaçado ou se encontra exposto a um perigo
3. Atitude de quem sente falta de confiança em si próprio
4. Inquietação

Quantas pessoas não se enquadram nessas definições? Quantas pessoas não são assoladas diariamente por esse estado de espírito? Sim, porque a insegurança, a meu ver, pode até ser considerado um estilo de vida. Há momentos em que você se vê tão envolto nessa capa negra que parece não haver mais volta. E às vezes não há. Eventualmente você pode se ver confiante, seguro, mas é só um momento.
Como inseguro, não consigo conviver comigo mesmo. Estou sempre angustiado, incompleto. A vida não está me devendo nada, não? Ou sou quem está devendo algo pra vida?
Psicólogos dizem que assim como esse universo dinâmico, que procura seu caminho continuamente, assim somos nós seres humanos. Não paramos, estamos o tempo todo nos movimentando, buscamos o tempo todo nosso caminho. O problema é que esse caminho nunca parece chegar porque vivemos pra algo ou alguém e nunca há satisfação. Ou ao menos, nunca há a satisfação completa. E que caminho é esse, então? Dizem os psicólogos que esse caminho nunca chega porque procuramos nos lugares errados, vez que este está no seu coração, dentro de cada um.
Quão improvável é isso? Sério, eu não sei de caminho algum. E mesmo assim, é tudo muito bonito na teoria. Aplique. Encontre esse caminho dentro de você, acabe com sua ansiedade, angústia, insegurança. Faça isso e me fale.
No entanto, friso uma verdade: essa insegurança sempre é intensificada pela presença do outro; a fuga da realidade interior e a busca da exterior. É fácil se deixar ser dominado. E não, não é o outro o culpado. A culpa sou eu, a culpa é a minha fuga. Mas quando a gente se dá conta disso (se é que esse momento chega enquanto com o outro) já é tarde demais. O outro já está endeusado de alguma forma e vira nosso novo objetivo de vida. E aí a gente estuda, se veste, deixa de ir ou vai a lugares, muda a religião, fuma ou deixa de fumar, bebe ou deixa de beber, em suma, se desrespeita em função do outro. Loneliness is a bitch.
Daí quem chega pra colocar lenha nessa fogueira de Lúcifer? As elocubrações. Imagine o que o outro poderá pensar de mim! Não! Eu preciso ter uma boa imagem com o outro. Será que ele vai ligar? Por que ele não mandou mensagem? Será que ele gostou mesmo de mim? E se ele estiver fingindo? Eu não vou aguentar.
Sim, eu sei. Uma necessidade doentia de agradar, de ser aceito, de ser admirado. Todos sabem, mas e aí? Os sintomas são perceptíveis e a cura também. Mas a cura, a meu ver, está presa na teoria.
Autoestima é a palavra-chave. Certo. E onde eu posso comprar umas doses?
A insegurança é um estado de abandono de si mesmo. Um estado pré-insano ou insano, dependendo do grau. A insegurança me leva a ser infantil, birrento, constantemente angustiado. A insegurança me leva a ser infeliz.
E aí?

PS. Sempre enfatizando que essa é mais uma de minhas verdades que não correspondem à verdade universal.

♫ Glory Box - Portishead

- 15:34h

Lohan;

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Meu Suicídio

Tudo era lôbrego.

Naquele dia eu tinha chegado ao meu limite. Sério, eu não sabia mais o que fazer.

Saí correndo da sala, me tranquei no meu quarto, que era o único lugar onde eu me sentia bem; envolto por meu negro, minhas caveiras e os pôsteres dos meus ídolos. Lá eu me sentia protegido, embora já não aguentasse mais aquela minha vida caótica. Quando tranquei a porta, meu pai ficou lá, gritando, batendo e mandando que eu abrisse; não sei o que ele queria, qual forma nova de me humilhar ele havia descoberto. Eu tentava me colocar por cima e não sofrer, mas eu estava caindo num vasto abismo. Ninguém segurava minha mão e eu estava indiferente a tudo, na verdade. Eu precisava ao menos sentir o abraço do medo mais uma vez, no entando, nada me preenchia: eu estava sem lágrimas, sem ódio, sem amor, sem nada. Estava esquecido no tempo e era único. Naquela hora eu só pensei em uma coisa: subi na cadeira do computador e peguei, em cima do guarda-roupa, a caixinha que eu escondia de minha madrasta. Coloquei o segredo, destravei e tirei a chave do meu baú. Desci da cadeira e peguei baú debaixo da cama; era lá que eu guardava meus cadernos de poesia e outras coisas que não poderiam ficar à mostra. Abri o baú e lá estavam meus seis cadernos. Fiquei observando por um tempo e até li algumas poesias, todas falavam de uma só coisa: morte. Será que seria daquele jeito mesmo? Enfim, tirei os cadernos e o fundo falso do baú; o que me interessava estava ali. Seringas, comprimidos e lâminas. A heroína já tinha acabado e só restaram alguns valiuns e dois comprimidos de êxtase; o pior é que tudo acabou em menos de uma semana. Realmente, aquela semana fora conturbada. Restava apenas a vontade de morrer e de acabar de uma vez por todas com aquela vidinha medíocre que eu tinha; ali estavam as minhas lâminas.

Eu liguei o som, coloquei a trilha sonora de Queen of the damned, na música Change – aquele cd e aquela música, especificamente, me acompanharam nos piores momentos, e a sensação que eu tinha escutando-a era maravilhosa, principalmente depois de uma dose de heroína. Tomei os comprimidos de uma vez, tinha que ser fatal. De repente eu já estava num outro mundo onde tudo se passava em slow motion e... Aquelas pessoas no quarto... Eu as conhecia! Tarja Turunen, Floor Jansen, Simone Simions, Lisa Schaphaus, Marilyn Manson, Dani Filth e... Lestat! What the fuck?, meus ídolos tinham saído dos pôsteres e estavam vivos, ali, ao meu redor! Dani se aproximou de mim e sussurrou em meu ouvido com aquela voz rasgada tão excitante “suicide, sucide (...) The sacrifice of blood”. Era a hora. E mais excitante era ver Lestat vestido por um negro denso, perfeito, magnânimo. Eles estavam ali para fazer aquilo comigo, eu sabia. Por isso, meticuloso, peguei a lâmina mais nova e, ouvindo o próprio Lestat cantar sensualmente em meu ouvindo algo como “I’ve watched you change. It’s like you never had wings...” Passei-a em meu pulso esquerdo. Não há sensação melhor que sentir a lâmina fria dilacerando a carne, rompendo a artéria pulsante, ver meu braço se vestindo de um vermelho-vivo, escarlate. Por incrível que pareça, eu me sentia vivo; tão morto que a vivacidade se alastrava dentro de mim, eu estava nascendo. Nascendo ao som dos lirismos arrepiantes das mulheres ali comigo, enquanto Dani e Marilyn espalhavam meu sangue por suas bocas e se beijavam com voracidade, me olhando com luxúria, e Lestat vinha, insinuante, morder meu pescoço. Era ali que eu ficaria, em silêncio, longe do mundo, longe de tudo; até que a última luz se apagasse.

P.S. Esse texto é de 2006, da minha adolescência perturbada, haha.


♫ Change - Queen of the Damned

- 18:03h

Lohan;

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Não é medo de ser magoado, é autopreservação.

Não! Não é medo de ser magoado, é autopreservação.
É verdade, pode-se dizer que hoje a maioria das pessoas está corrompida, mas não é pela maldade do mundo, é pela humanidade mesmo, pelos sentimenos humanos. O que se mais vê hoje é o imediatismo das pessoas. Estamos falando de relacionamentos certo? Do tão falado "amor" - que pra mim não passa de paixão fugaz.
Algumas pessoas me criticam e até me chamam de covarde por não querer me apaixonar de novo, mas, sinceramente, covarida passa longe de autopreservação. Eu não vejo muitas vantagens em cair em outro relacionamento e ser completamente verdadeiro, em me entregar, se eu sei que, inexoravelmente, o fim vai ser a mesma merda. Outra coisa, o amor nos faz ridículos, como já dizia - se não me falha a memória - Shakespeare, com outras palavras. O amor nos tira a censura! A pessoa fica um tanto demente, embora isso tenha sua explicação científica, não é? Como a carga de endorfina e cerotonina é maior (principalmente quando se é jovem), o sujeito que está apaixonado fica meio que como se tivsse fumado maconha. Urgh! Corrijam-me se me enganei na explicação.
Existem muitas outras formas de aprender que não sofrendo e, mesmo sabendo que crescimento está restritamente ligado a dor, não só existe a dor de ser abandonado ou traído ou seja lá qual for o motivo que faça um relacionamento acabar. Foda-se, cara! Eu não quero me apaxionar tão cedo porque pra mim não vale a pena! E outra coisa: quando a gente está num momento "myself", a melhor coisa é se preservar. O fato é que a única coisa que eu consigo ver nos casais/pares que observo é uma gradessíssima banalização de sentimentos. Primeiro porque as pessoas já amam eternamente as outras de cara, na primeira semana; segundo porque estas mesmas pessoas encaram seu parceiro como a última pessoa do mundo, logo, fazem juras de amor dignas do próprio Shakespeare (ou não, né? Também existem os apaixonados aculturados que de seu modo brega fazem as mesmas promessas que não poderão cumprir), iludindo, fazendo o outro acreditar nas asneiras comuns. Sim, ainda existem as pessoas ingênuas que caem nessa.
Se neste mundo tão grande a maioria das pessoas está a fim de ferrar com o outro porque quase sempre querem sexo, não há porque arriscar outra paixão! Ah! outro ponto crucial, porque por incrível que pareça tem gente que pensa o contrário: sexo difere de amor. O sexo é uma mecânica grotesca que traz pra alguns uns graus de prazer. Grande merda! Se é pra viver um relacionamento doente por causa de sexo, melhor sair à procura somente de sexo sem compromisso. Sinceramente, eu tenho mais prazer fumando meu cigarro em paz do que penetrando alguém na doença de um relacionamento.
À minoria, aos que parecem ter valores íntegros, mas que só se fuderam, o melhor estilo de vida é autopreservação. Essa é uma opinião minha e não corresponde necessariamente à verdade, mas não! Não é medo de ser magoado, é autopreservação.

♫ I Know Where You Sleep - Emilie Autumn

- 14:47h

Lohan;

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Efêmero como uma rosa

Hoje aconteceu algo que mexeu minhas engrenagens cerebrais.
Eu fico impressionado com a rapidez que as coisas acontecem nesses romances de hoje em dia. A efemeridade dos sentimentos é absurda. Tudo bem, eu sou uma pessoa romântica e tal, mas já me convenci que a estória de Romeu e Julieta só é assim, esse clássico, porque os dois morreram. Minha tia costuma dizer (mais ou menos nessas palavras) que se o amor dos dois não tivesse sido perpetuado pela morte, certamente hoje dia Romeu seria um beberrão barrigudo e Julieta uma dona de casa com uma penca de crianças na barra da saia. Shakespeare que me desculpe, mas é verdade. Eu demorei pra aceitar isso, mas hoje é tão verdade que não vale a pena nem gastar tempo pensando nas probabilidades de não ser.
Lógico que os bons romances existem e estão por aí, meio escondidos. Believe me, se eu tivesse um romance assim, hoje ele estaria muito bem escondido. Acredito em soulmates sim, mas não na perfeição da relação, afinal todo mundo tem defeitos. De qualquer forma, estou me desviando do assunto que eu realmente queria abordar que é a fucking efemeridade.
Tudo bem, compreende-se que o amor pode ser tão efêmero como uma rosa. A pungente beleza, uma vez colhida, se tornará fétida, engelhada; e o magnífico vermelho-sangue, tomará a cor do sangue coagulado.
O único problema é que isso não deveria ser uma constante. Entendo que o mundo é rápido e as coisas ficam cada vez mais urgentes, mas o sentimento é algo que deveria frear tudo isso. Ou ao menos, deveria ser essa a válvula de escape dessa pressa que o mundo tem.
Eu já tive as minhas muitas experiências, então a maioria das coisas que escrevo aqui é proveniente dos episódios da minha vida. E já que não se pode mudar isso tudo e que a tendência é essa, procurar o amor incansavelmente, fico apenas com a memória. Porque, né? Ao menos nos foi dada a memória para que tenhamos rosas no inverno, assim, a memória que guardamos das rosas deve nos dizer que, se merecemos estas rosas, é porque somos capazes, e que, se elas fanam, é que é de sua natureza volátil fenecer.
Então, até que plantemos estas rosas e saibamos nos conter para deixá-las na roseira, exibindo sua beleza efêmera, guardemos a memória das rosas colhidas e fanadas, do mesmo modo que guardamos o perfume dos amores que perdemos ao longo desta vida breve.
O meu jardim de rosas ainda continua com suas rosas fétidas, mas mesmo assim, me vejo capaz apenas de lembrá-las com carinho dos tempos bons de colheita, em que elas eram de uma beleza estonteante.
Vivam, pessoas.



♫ Paradise Circus - Massive Attack

- 23:03h

Lohan;

Eu, eu desconhecido e os tantos outros comigos.

A raiva comprime o peito e, sufocado, sinto as lembranças voltarem como em uma triste tarde de domingo.
O ódio, sem nenhum compromisso, bate à porta para um chá regado à angústia e então me dou conta que são elas, as memórias de tempos ingênuos que vêm desatar-me.
Finalmente posso ver em mim como se fosse fora de mim, afinal, gritos insólitos de solidão desnuda de prazer ecoando cada vez mais intenso por dentro do eu desconhecido que possuo.
Novamente encontro-me somente eu junto aos meus comigos, tapando os ouvidos para abafar aqueles gemidos e grunhidos que já não tão fortes, persistiam em se fazer presentes para ver uma alma doente que, sem saber o que fazer, punha-se a cantar tristemente aquelas canções a dizer sobre o triste fim do luar.
Eu, apenas com o eu desconhecido e tantos outros comigos.

♫ You Make me Feel - Archive

- 15:11h

Lohan;

domingo, 15 de maio de 2011

Prologue

Eu até pensei em começar a postar aqui com algum texto meu já pronto, mas não, não acho válido.
Eu pensei bastante num nome pra esse blog e TODOS os que vieram a mente já existiam. Mas o pior mesmo é que, tipo, todos os blogs estavam ou desativados ou os últimos posts eram de 2005 pra baixo; um desperdício.
Não pretendo rotular esse blog, tenho quase certeza de que maioria das coisas que serão escritas aqui sairão da parte não-sóbria do meu cérebro, portanto, não posso responsabilizar meu lado são por contos, crônicas, pensamentos ou qualquer outro tipo de texto que for postado.
A gente sempre tem esse lado onde os sentimentos obscuros, das trevas, vingativos ou-seja-lá-qual-for-a-definição são cultivados. Eu decidi juntar todos eles num lugar só, acho mais fácil controlá-los assim.
Enjoy them. :)

♫ You Make me Feel - Archive

- 23:17h

Lohan;